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O impacto do PROPÓSITO tanto na sua vida como nas suas relações

28 de agosto de 2019


O impacto do PROPÓSITO tanto na sua vida como nas suas relações

 

Propósito

Propósito

Você já cansou de ouvir falar de Propósito? Está se motivando pelo seu Propósito ou pelo Propósito dos outros? então siga conosco nesse artigo, e entenda como esse tema aliado a inteligência emocional vai te ajudar a ter um salto no seu desenvolvimento pessoal.

 

 

VOCÊ ESTÁ CARECA DE OUVIR FALAR SOBRE PROPÓSITO? MAS, E VOCÊ, JÁ ENCONTROU O SEU?

Olá meu amigo, se você está lendo esse E-book é porque já conhece o meu trabalho ou porque se atraiu pelo tema que é de fato inquietante.

Você, assim como eu deve estar ouvindo falar bastante de propósito, em palestras, vídeos, no ambiente corporativo, na boca das pessoas que defendem que é necessário ir além da concretização material.

Vem acontecendo uma grande onda que se amplia por todos os lugares.

Geralmente o tema surge quando se fala em inovação, empreendedorismo, gestão de pessoas, motivação, desenvolvimento humano, vendas, desenvolvimento organizacional, etc.

As pessoas e organizações estão defendendo que é necessário encontrar um sentido maior para agir, além de ganhar dinheiro, que confira maior engajamento, paixão pelo trabalho e pela vida.

Como seres humanos somos mais do que instintos que precisam ser satisfeitos, mais que predadores que consomem pouco a pouco o planeta.

Esta parte maior em nós mesmos, a nossa essência humana, conta com a nossa personalidade para se defender no mundo, o nosso eu, o famoso EGO, estruturas psíquicas que nos mantém com noção da realidade, interagindo e se adaptando ao mundo.

Antes desta época digital e exponencial, onde a velocidade de tudo é muito rápida, não se precisava tanto de redes de colaboração. Mas, hoje aquela antiga forma de lidarmos com a realidade muito egóica, competitiva, ao que tudo indica não consegue mais acompanhar a necessidade de geração de resultados positivos e sustentáveis.

Simplesmente porque não basta apenas gerar resultados, na maioria das culturas, é preciso ter a melhor atitude contribuindo com o clima, com o desenvolvimento das pessoas e relações.

Fora a corrida por aceleração e inovação que requer romper barreiras comportamentais, e acessar uma dimensão superior da mente humana para colocar a criatividade a serviço do melhor para o grupo.

Você precisa ir além de ser um profissional técnico ou bom gestor, você precisa ter desempenho comportamental e liderar.

Mas, isso tudo você já sabe ou já ouviu falar, mesmo que o sistema em que convive não esteja ainda nessa batida, a tendência segundo os especialistas é que organizações assim deixem de existir, e para onde você vai se não se adiantar?

 

TANTO SE FALA, MAS O QUE SIGNIFICA PROPÓSITO?

O significado da palavra propósito vem do latim: propositu, “intenção” que significa: deliberação, resolução, decisão e intento: projeto; quer dizer, ainda, objeto, fim, mira e juízo, prudência.

A maioria das pessoas passa pela vida sem conseguir de fato viver seu pleno potencial, sem descobrir o porquê nasceu, condicionando-se a trafegar numa visão de mundo limitada, experienciando uma parcela bastante restrita das oportunidades que surgem.

Sabem que tem potencial, mas se frustram por não chegar onde intencionam.

As que chegam onde desejam sozinhas, em algum momento tem a sensação de vazio interior. Dessas, aquelas que passam a liderar um grupo ou empreender, ainda assim não dependem mais só do próprio desempenho. Passam a precisar também do melhor desempenho das pessoas.

Se fosse separar em apenas três principais tendências de um leque de aproximadamente 10 mil pessoas que pude conhecer no caminho de desenvolvimento eu diria que existem as pessoas que:

 

PESSOAS QUE QUEREM SEMPRE MAIS

Normalmente responsabilizam as outras pessoas por elas não crescerem ainda mais, não conseguem entender porque os outros não fazem aquilo que precisa ser feito – Simples assim.

Estão no fluxo do mundo, orientadas para a produção, alta performance, se qualificando, gerando resultado, batalhando por oportunidades abertas por mérito próprio, mas querem mais.

Por isso, vão buscar liderar, empreender para assim crescer mais e mais.

No caminho percebem que precisam das pessoas ao redor, e que pessoas não funcionam bem como “deveriam funcionar” para seu próprio bem inclusive.

Claro, que não param de investir tempo, energia e recursos no seu próprio aprimoramento em busca de fazer sempre mais e melhor.

Vão alternando comportamentos em ciclos em que colocam mais energia para as pessoas irem juntas, cobram mais, oferecem mais apoio, etc. até se darem conta que não adiantou. Daí geralmente se irritam brigando com todos ou desanimam por um tempo. Às vezes demitem alguns e contratam outros para resolver e mesmo assim, o ciclo recomeça…

PESSOAS INSATISFEITAS, MAS QUE NÃO SABEM O QUE FAZER PARA MELHORAR SUAS VIDAS

Algumas pessoas precisam de “mais” para agirem. Esse mais pode ser de tudo um pouco: melhor relacionamento, aceitação do grupo, sentido, dificuldades pessoais, conflitos interiores, cenário externo desmotivador, etc.

Elas tentam ingressar no fluxo do mundo, mas tem dificuldades nessa adaptação pois se importam mais, o resultado em si não é motivador para elas, assim vem a insegurança, a timidez, aspectos que a princípio são menos valorizados numa cultura que em geral é competitiva, do concreto, de quem faz. Como fazer por fazer, ou fazer se impondo de forma agressiva não é a sua forma, você se retrai.

Também é possível que você tenha ótimas ideias, trabalhe bem e não seja reconhecido. Talvez você veja pessoas que se comunicam melhor, ganharem maior destaque. Isso normalmente dói, causa frustração, ressentimento e distanciamento.

PESSOAS EM SOFRIMENTO

Outras pessoas estão em sofrimento por terem despertado interiormente sem conseguir lidar com seus sentimentos e sem conseguir se reposicionar na vida.

Os amortecedores psicológicos destas pessoas já não contém mais suas dores, levando a transtornos emocionais, mentais e físicos.

Elas procuram de um tudo, que por vezes conforta, oras explica, oras faz pouco ou nenhum sentido, dão um-dois passos para frente, mas voltam para os seus dilemas, conflitos interiores e exteriores, sem conseguir equilibrar-se.

Essas pessoas podem desenvolver depressão, ansiedade, crise de pânico, etc.

Normalmente tem muitas dificuldades e acabam por atrair ainda mais problemas. Infelizmente nem sempre tem condições de se tratar.

PESSOAS QUE DESPERTARAM E ESTÃO EM CONSTANTE TRANSFORMAÇÃO

Geralmente depois de passar por uma crise existencial, essas pessoas começam uma jornada de transformação onde modificam suas vidas ou a forma de viver e se relacionar.

Despertas, elas ainda precisam viver com quem ainda não despertou, por isso, é crucial continuar se desenvolvendo e aprendendo a respeitar as diferenças, e assim influenciar as pessoas a se desenvolverem também. Para isso, é fundamental se conhecer com profundidade e também aprender sobre diferentes perfis para fazer uma inteiração mais produtiva para todos.

 

O QUE ESTES DIFERENTES PERFIS TÊM EM COMUM?

 

Todos estes perfis de comportamento têm algo em comum: precisam se autoconhecer para se desenvolver, e também, conhecer melhor o modelo mental das outras pessoas e assim se relacionar de forma mais eficaz, com menos “choques”, atritos que desgastam as conexões e a própria energia que poderia ser melhor canalizada para atingimento de objetivos em comum.

As pessoas adquirem conhecimentos e aprendem como agir para aplicar os conhecimentos e ter resultados, mas não aprendem na escola como gerir suas emoções, reações de defesa, bloqueios, nem como compreender o jeito de ser das outras pessoas para lidar de forma menos desgastante e mais assertiva (nem agressiva que exagera na dose e desgasta a própria energia, nem passiva que deixa de se posicionar, mas também acaba desanimando e não contribuindo para mudar o cenário, afinal ninguém muda o que desconhece).

Podemos dizer que uma efetiva gestão emocional/instintiva é o meio para desenvolver a sua inteligência emocional e relacional.

O problema desse tipo de gestão como solução é a fragilidade do processo de autoconhecimento que na minha opinião é o pilar base para desenvolver controle e canalização.

São muitas técnicas apresentadas para as pessoas, do tipo passo a passo ou mesmo conceituais. Todas importantes. Mas, se você não se conhecer com profundidade para você ter clareza do que faz, porque faz, e como pode agir de um jeito mais efetivo sem deixar se der você mesmo em essência, dificilmente você terá condições reais de mudar, sem mudar, não transforma, sem transformar não evolui. Simples assim.

O raciocínio é o mesmo para se relacionar com os outros. Você lê sobre empatia, faz treinamentos sobre empatia, mas chega na hora do embate, e o outro na sua frente acaba lhe representando tudo aquilo que você despreza, ignora em si mesmo ou o oposto do seus valores e crenças.

Por exemplo, se você é uma pessoa de fazer, falar e agir, muito prática e com intuição natural sobre “como agir do jeito certo” segundo leis e conhecimentos óbvios para você. Se você se exige muito e para isso, para ter o melhor resultado possível você abre mão de relaxar e do seu prazer. Como você vai se relacionar bem com uma pessoa que não tem o seu padrão normal de “certo”, alguém mais avesso às regras e hierarquias, alguém mais brincalhão, para quem a vida só faz sentido se for vivida com leveza e alegria, um excelente argumentador que para cada palavra que você tenta dizer para convencê-lo, ele dá 10 alternativas e justificativas diferentes? Você fez um combinado com ele? Bem, ele reagendou e esqueceu de lhe avisar, pois são muitas coisas em sua cabeça (trata-se de um perfil do mundo das ideias e não do mundo da ação). Mas, como ele não esquenta a cabeça com nada, para ele, as pessoas também não deveriam esquentar. Aliás por isso são tão pesadas e mau humoradas.

Pergunto: Aonde foi parar toda capacitação condicionada que você fez do tipo: focar no objetivo, ter flexibilidade, pensar positivo, ter empatia pelo momento do outro, etc…

 

VOCÊ QUER SABER O IMPACTO DO SEU AUTODESCONHECIMENTO?

 

Abaixo lhe apresento a pirâmide neurológica de aprendizagem e mudança. Note que no topo, no ponto 6, você encontra: Visão e propósito que está no nível da sua essência humana, isto é, além da sua personalidade (suas defesas, capacidades, jeito de agir e reagir, estratégias inconscientes de estar e se mover no mundo).

As pessoas em geral pouco se dão conta das oportunidades e limitações do ambiente (base da pirâmide-mais superficial) onde estão, pois a sua própria percepção da realidade tem interferência de filtros inconscientes que privilegiam parte da realidade para a qual seus gatilhos e funcionamentos automáticos estão direcionados (dos pontos 2 até 4).

Por exemplo, na figura abaixo, conte agora quantos quadrados você enxerga:

 

Me diga rapidamente então quantas ÁRVORES você viu junto com os QUADRADOS? What?!!!!

É exatamente isso o que acontece na realidade, ela é muito ampla, tridimendional (prática, emocional e mental), mas cada ser humano embora compartilhem funcionamentos similares, também adquiriram por genética, meio em que foram criados, e pré-disposição inata, o seu próprio jeito de perceber a realidade, que é diferente um do outro.

Digo que se as pessoas pouco conseguem se entender e colaborar umas com as outras, abrindo espaço para uma compreensão mais ampla da realidade (nível base da pirâmide), imagina o agravante de pouco ou quase nada se conhecerem bem e nem aos outros, o que está entre os níveis 2 e 4 da pirâmide, para só então penetrar os níveis da essência onde se encontra o sentido da vida de cada um, o famoso propósito.

Temos todas as capacidades, mas não no mesmo grau, nem tampouco desenvolvemos as mesmas habilidades das outras pessoas.

Umas são mais emotivas potanto mais sensíveis a atenção que recebem assim como o reconhecimento, se preocupam com o valor com que são percebidas e com a importância das suas tarefas frente ao grupo, também são muito mais cuidadosas com sua própria imagem (o que os outros pensam delas).

Outras mais mentais, estão sempre acumulando informações, questinando a lógica dos processos, mensurando a coerência entre planejamento e ação. Precisam discutir mais ideias, entender as estratégias, as intenções por traz do “faça isso ou aquilo”. Essas pessoas precisam de orientação clara, e apoio quando se desorientarem devido a muitas possiobilidades na mente. Detestam ser subestimados em sua capacidade ntelectual.

Ainda há as pessoas mais físicas, instintivas ou práticas que preferem a execução, que enxergam a vida de uma forma mais objetiva em termos de fazer funcionar, para elas as ideias e estratégias já vem como uma intuição prática e elas se irritam porque para elas sua perspectativa é óbvia, não conseguem entender como as pessoas fazem: ” tempestade num copo dágua” para resolver questões que  segundo elas é: “só fazer”. Estas pessoas sofrem bastante, os outros julgam muitas vezes que são insensíveis, agressivos, só que embora se comportem assim muitas vezes, no fundo só estão extravasando um pouco da pressão interna que se colocam, pelas cobranças que fazem para si mesmos e por abosrveram muitas tarefas porque “ninguém faz”.

Muito poderia ser aprofundado, esses aspectos que comentei baseado no estudo psicológico e neurológico de modelos mentais são apenas uma pequena janela do que trabalho para levar autoconhecimento que dê condições reais de as pessoas transformarem suas vidas e relacionamentos.

 

PORQUE NESSE MOMENTO VOCÊ NÃO ESTÁ NO CONTROLE DA SUA VIDA COMO IMAGINA?

Este questionamento é VERDADEIRAMENTE preocupante, porque com segurança é possível afirmar que as nossas decisões são afetadas em cerca de 95% por tudo que não damos atenção consciente no nosso dia a dia.

É possível fazer esta afirmação por causa de bilhões de dólares que foram investidos na última década para estudo do cérebro e consequente comportamento humano.

A Neurociência (estudo do cérebro) traz informações precisas das quais hoje podemos nos beneficiar em todos os campos, mas nesse e-book tudo que estou falando que é baseado nesses avanços se reporta ao comportamento, além da psicologia moderna.

Veja no quadro abaixo uma demonstração dos fatores que sabemos que influenciam nosso dia a dia (conscientes) e dos fatores que não percebemos com clareza e que interferem quase 20 vezes mais!

 

Este quadro explica o porquê na maioria das vezes as pessoas têm conhecimento, habilidades (sabem fazer) para gerar o resultado que precisam ou desejam, MAS NÃO TÊM AÇÃO ou mesmo CONSCIÊNCIA de suas inadequações, dificuldades e problemas.

Por outro lado, as pessoas MAIS CONSCIENTES que enxergam o problema, tem dificuldade de ENTENDER a forma mais adequada de se aproximar e mostrar aquilo que é importante para o(s) outro(s), sem gerar mais estresse, ansiedade ou frustração que influenciem a relação e o clima de forma negativa.

Também é por isso, que o processo de comunicação é tão complexo. Não é uma linha reta como todos gostariam que fosse. Cada mensagem é interpretada segundo percepções muito diferentes.

Faça uma reunião dizendo algo para um pequeno grupo e depois pergunte o que cada um entendeu. Você ficará surpreso, se ainda não passou por isso.

O que é mais alarmante na minha opinião é que a todo momento estruturas que não estão claras para as pessoas, estão impactando massivamente nos resultados. E quando nos questionamos ao final de um tempo, o porque não deu certo, ainda precisamos encontrar um culpado. Só que esta estratégia não resolve nada.

 7 CRUCIAIS EVIDÊNCIAS DE QUE SUAS DECISÕES SÃO DE FATO BEEEMMMM MENOS RACIONAIS DO QUE IMAGINA

Quem não deseja ALTA PERFORMANCE? Ser respeitado e visto por todos como “the best”?

Se fosse uma simples questão de querer e ter, não haveriam tantos problemas para se atingir resultados, imagina RESULTADOS COM SENTIDO MAIOR, que provém de uma intenção maior, ou seja conexão com PROPÓSITO.

Existe o fator de Incoerência DENTRO/FORA, isto é, dentro das pessoas acontece uma coisa, enquanto fora, elas podem se comportar de outra diferente sem que os outros percebam ou elas mesmas se dêem conta.

No entanto, o clima das relações e do grupo, assim como os resultados NÃO ENGANAM. Este é um efeito do inconsciente atuando no nosso comportamento.

Então por exemplo: A pessoa sabe que precisa emagrecer (internamente), até faz alguns exames, mas nem vai buscá-los ou busca mas não muda seus hábitos. Ou seja, não pratica uma ação para melhorar. Logo, não agiu de forma racional, porque uma ação racional seria se cuidar e assim conquistar uma boa saúde.

Outro exemplo: O líder chama seu colaborador para uma sessão de feedback (termo usado para o retorno que recebemos em relação ao nosso desempenho no trabalho) com a intenção de ajudá-lo a melhorar, porém na primeira coisa que o colaborador diz em contrário ao que o líder deseja ouvir, sem querer, quando o líder se dá por conta, já foi agressivo (exagerou na dose) e a pessoa normalmente sai pior do que entrou, ou acaba por ser (passivo), não se posiciona para não exagerar, ou porque na hora não consegue ter uma reação, ou porque não quer perder mais tempo tentando explicar algo que o outro não vai entender, como se o outro falasse uma lingua diferente, entre qualquer outra justificativa. Nesse caso, há consciência da necessidade de fazer a sessão, a sessão é feita (ação praticada), mas falta autocontrole e conhecimento sobre o outro para falar a linguagem que o outro consegue compreender, sem resistir ou se chatear.

Sem se conhecer e saber se relacionar você entra pelo conhecimento técnico e habilidades práticas e sai por comportamento.

As empresas mais inovadoras e com clareza de propósito não só crescem mais, como são mais buscadas pelas pessoas.

Processos e técnicas de fora para dentro já não cruzam mais a barreira exponencial necessária. É preciso ir além, para dentro e então agir de forma consciente e madura, sem se impor, colaborando, contruindo com as pessoas.

Maravilhosamente quando alguém se conhece a ponto de fazer o ego trabalhar para a essência os resultados são inacreditavelmente superiores. Assim também se conquista o conhecimento do próprio propósito, para então agir tendo não somente resultado, mas sentido e felicidade.

Compreendendo os outros com profundidade, você consegue exercer uma liderança legitimizada pelo grupo, pois respeita e aprende com a diversidade comportamental tão rica.

Se você não aprender como ser a pessoa certa para a sua vida, como atrairá as pessoas certas para lhe fazer companhia, seja no trabalho ou na vida?

Por isso lhe digo: “Gerencie a si mesmo e chegará a metade do caminho, entenda-se com as pessoas e chegará ao seu destino”!

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