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Diversidade comportamental

25 de outubro de 2019


Diversidade comportamental: por que é importante?

 

 

A clareza sobre a importância da diversidade comportamental é imprescindível dentro das organizações. Ao mesmo tempo, é um desafio e um diferencial, pois são perfis de modelos mentais que se complementam. Essa tipologia refere-se às maneiras distintas de decodificar as informações no cérebro e agir a partir de gatilhos emocionais, físicos e mentais. É interessante destacar que, neste caso, não são consideradas especificamente as raças, orientações sexuais, entre outras minorias.

Nesse contexto, os grupos mais diversificados potencializam as habilidades individuais e equilibram os pontos fracos. Sendo assim, é interessante compreender quais são os nove estilos comportamentais básicos para a identificação nas suas equipes. 

Veja o conteúdo da Mentora e Facilitadora de Treinamentos Comportamentais, Elaine Souza, para reconhecer os pontos fortes de cada estilo: 

Estilo

 PONTOS FORTES

   Diplomacia

   Mediação

   Autocontrole

  Comprometimento

  Gerenciamento de Riscos

  Segurança

3

  Orientação para resultado.

  Adaptabilidade

  Alta performance

1

  Lidera pelo exemplo.

 Foco na excelência.

Praticidade

4

Intensidade

Originalidade

Autenticidade

2

Conexão

Empatia 

Disposição em ajudar

8

Objetividade

Influência

Incansável

5

Concentração

Planejamento

Estratégia

7

Multitarefas

Otimismo

Agilidade

 

Segundo Elaine, esses noves perfis se dividem ainda em três grandes grupos de personas: física, mental e emocional. A física tem o foco na execução; a mental, no sentido lógico e estratégico; e, a emocional tem ênfase no aspecto mais humano. Esses traços trazem o entendimento de heterogenia das equipes permitindo que o líder possa aprender mais sobre ele mesmo e como ele pode motivar a equipe a aprender mais sobre os outros. 

 

E como lidar com a diversidade comportamental por meio de uma visão de gestão de pessoas e desenvolvimento?

 

 

O nosso cérebro tem três funções que direcionam as nossas ações nos relacionamentos pessoais e profissionais: seleção, controle e aprendizado. A partir disso, confira as dicas da facilitadora:

1 – Autoconhecimento:

Primeiramente, é fundamental que nós tenhamos um tempo para buscar o autoconhecimento, assim passamos a entender melhor o funcionamento das pessoas do nosso círculo organizacional.

2 – Autoresponsabilidade:

Quando assumimos a responsabilidade pelas nossas escolhas e atitudes, nós temos mais influência no nosso meio, pois também conquistamos o controle da nossa vida. É gerenciando a si mesmo que gerenciamos com mais assertividade as nossas equipes.

3 – Respeito aos diferentes tipos de personalidades:

É interessante se apropriar de ferramentas como a Comunicação Não-Violenta (leia mais) para expressar mais empatia aos diferentes modelos mentais.

4 – Evitar o julgamento:

Quando culpamos o outro por alguma questão, nós prejudicamos o nosso protagonismo com julgamentos. Isso fortalece uma figura de criança ferida, ou seja, de vítima. E de que forma isso também fala sobre a nossa expectativa em relação aos nossos colaboradores?

 

Elaine destaca que é essencial que o ser humano tenha consciência das oportunidades de aprendizagem dentro dos relacionamentos, pois eles nos mostram a vista por um outro ponto. Assim, ela ressalta ainda que a nossa percepção da realidade se torna mais abundante para a criação de soluções inovadoras. 

 

 

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